quarta-feira, 12 de novembro de 2014

Foto épica com todos eles juntos

Entrega da pavimentação da Rodovia ES 080, trecho: Ponte do Pancas - Entroncamento da BR 259.

Seria legal ter eles aliados? E se fossem Colatina ganharia mais ou perderia por não ter uma oposição?


terça-feira, 11 de novembro de 2014

Matéria completa no G1 com a resposta do Prefeito Leonardo Deptulski

Juiz pede intervenção em Colatina, ES, e prefeito pode ser afastado

Para juiz, obras de contenção das chuvas já deveriam ter sido iniciadas. 
Pedido será analisado pelo Tribunal de Justiça, que pode aprovar ou não.

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Do G1 ES, com informações da TV Gazeta *

Um juiz pediu a intervenção do estado no município de Colatina, região Noroeste do Espírito Santo, nesta segunda-feira (10). De acordo com o magistrado Menandro Taufner, o prefeito Leonardo Deptulski descumpriu uma ordem judicial ao não iniciar as obras emergenciais em áreas de extremo risco atingidas pelas chuvas. Porém, de acordo com Leonardo, as intervenções que são necessárias na cidade não podem ser cumpridas no prazo estabelecido, já que os trâmites e a complexidade das obras demandam tempo. Caso o pedido seja aceito, o prefeito será afastado da função.
De acordo com o juiz Menandro, a prefeitura deveria ter iniciado as obras de contenção das chuvas no município no início de 2014. Ainda nesta segunda-feira, ele encaminhou o  pedido de intervenção ao Ministério Público, para que o Tribunal de Justiça o aprove ou não, mas o órgão disse que o documento ainda não chegou.
Se o resultado for favorável para o magistrado, o prefeito deverá ser afastado da função e o cargo passa a ser ocupado por um interventor no estado, que fica responsável por cumprir as ordem judiciais. "Assim que o interventor fizer aquilo que o senhor prefeito não fez, ele retorna ao cargo", explicou.
Além da intervenção, Menandro também esclareceu que adotou algumas medidas para solucionar o problema. "O segundo ponto é encaminhamento ao promotor de Justiça para a abertura um processo de improbidade contra o senhor prefeito; aplicação de multas pessoal a ele, que eu estou aplicando e que vai para um fundo de defesa do direito difuso; além de encaminhamento a Câmara de Vereadores solicitando a abertura de uma CPI ou de um processo de cassação, justamente pelo descaso do município em resolver ao obras emergências que evitaria a morte de pessoas, e o risco ao patrimônio público e ao patrimônio provado do colatinenses", disse.
Em Colatina, 12 áreas de extremo risco precisam passar pelas obras (Foto: Reprodução/TV Gazeta)Em Colatina, 12 áreas de extremo risco precisam
passar pelas obras (Foto: Reprodução/TV Gazeta)
População
Para as pessoas que ainda não foram beneficiadas com essas mudanças, o medo de ter vidas perdidas e prejuízos com as chuvas preocupa. Da varanda da própria residência, a dona de casa Letícia Lopes dos Santos consegue ver outras habitações que foram danificadas ou destruídas pelas águas que atingiram o Espírito Santo em dezembro de 2013. "Quando começa a chover, parece que tudo vai desabar de uma hora para outra. É o maior medo, é horrível", desabafa.
A também dona de casa Alexsandra Rogéria convive com esse sentimento diário. Durante o mesmo período de tragédias, ela precisou sair de onde morava por dois meses, Porém, sem receber o aluguel social e sem ter para onde ir, ela voltou para o imóvel. "Muito preocupante, a gente nem pode dormir direito", disse. De acordo com a prefeitura, atualmente 280 famílias recebem o aluguel social. Para fazer se inscrever no benefício, basta procurar a Secretaria de Assistência Social.
No total, 12 áreas de risco precisam passar pelas obras emergenciais. Em maio desse ano, o governo federal enviou R$ 3 milhões para recuperar estes espaços. "A gente espera a resposta e nada, não vê falar nada. Eles pegam e colocam lona nos barracos, dão lona só para poder despistarem, porque a gente sabe que não vai valer de nada. E aí a gente fica só esperando outra tragédia", comentou a dona de casa Luzia Batista Lopes.
Prefeito
O prefeito de Colatina, Leonardo Deptulski, disse que não pode fazer as obras emergenciais devido aos prazos e trâmites legais. "Elas não são obras de dois ou três meses. A primeira obra que vai ser iniciada é de 12 meses de execução, porque são obras complexas. As outras também serão obras de 12 meses ou mais. E a gente procurou seguir o entendimento que o Tribunal de Contas da União tem, que diz que as obras que podem ser concluídas dentro do período do decreto de calamidade pública podem ser contratadas sem licitação. As outras obras, que vão atravessar, que vão passar esse período, precisam ter licitação", disse.
Porém, de acordo com o juiz, nesses casos as licitações não são prioridade. "A própria lei de licitação orienta que nesses casos, o prefeito pode baixar um decreto de calamidade e fazer a dispensa da licitação. Fazendo essa dispensa, ele vai fazer a obra num espaço de tempo que a rapidez necessita para resolver o caso", contou o juiz Menandro.
O prefeito também disse que diversos contratos para as intervenções já foram assinados e que outros estão sendo encaminhados. "Já assinamos o contrato de várias obras, entre elas algumas grandes da área urbana, como a encosta próxima a um restaurante, e estamos concluindo o processo da área do bairro São Marcos, que deve ter contrato liberado na semana que vem. E já fizemos vários contratos de pontes e bueiros na zona rural", falou.
* Com colaboração de Mayara Mello, da TV Gazeta

Petistas se unem contra pedido de intervenção no município de Colatina

O juiz da Primeira Vara da Fazenda Pública Estadual de Colatina, Menandro Taufner Gomes, solicitou intervenção estadual no município e o afastamento do prefeito Leonardo Deptulski (PT). O pedido foi feito na última segunda-feira (10) e enviado ao Procurador-Geral do Estado, Eder Pontes. Até o fechamento, o despacho ainda não havia chegado ao Ministério Público Estadual (MPES). Também foram solicitadas a abertura de um processo de improbidade administrativa e a instauração de uma CPI na Câmara de Vereadores.

Após as fortes chuvas de dezembro de 2013 e janeiro deste ano, o Ministério Público Estadual ajuizou ações na Justiça em que cobrava providências do município para reduzir a possibilidade de incidentes nas áreas de risco. Entre as medidas estavam a interdições de imóveis nesses locais de perigo e reassentamento dessas famílias, execução de obras de infraestrutura básica, sistema de captação das águas pluviais e obras de contenção. 

“O pedido foi gerado pelo descaso do município de Colatina em cumprir 12 decisões judiciais que determinavam que o município fizesse obras para dar segurança em áreas de risco que ainda existem desde as chuvas de 2013”, disse Gomes. 

As liminares da Justiça cobravam obras nos bairros Nossa Senhora Aparecida, Santa Mônica, Mari Giurizatto, Vila Lenira, São Marcos, Pôr do Sol, Maria das Graças, Santo Antônio, São Silvano, Carlos Germano Nauman, Operário e Lacê.

“Decorrido quase doze meses após as tragédias, nenhuma ação efetiva de prevenção foi realizada pela municipalidade, sendo que o proclamado Plano Municipal de Redução de Risco - PMRR, até o momento, não logrou sair da esfera da mera ‘propaganda institucional’”, destaca trecho do despacho assinado pelo juiz.

Além do despacho solicitando intervenção estadual destinado para análise do Procurador-Geral do Estado, Eder Pontes, e, se for necessário, encaminhado ao Tribunal de Justiça do Estado (TJES), outros dois documentos foram elaborados pelo juiz da Primeira Vara da Fazenda Pública Estadual de Colatina. O primeiro também endereçado ao MPES para que seja aberto processo de improbidade administrativa contra Deptulski e outro à Câmara de Vereadores do município, para que seja aberta CPI para apurar infrações político-administrativas do prefeito.

O Ministério Público do Estado informou, por meio da Procuradoria-Geral de Justiça, que não recebeu a notificação com o pedido de intervenção no município de Colatina. Comunicou ainda que, tão logo receba oficialmente a solicitação, irá analisá-la dentro do prazo legal e dará os encaminhamentos que julgar necessários.

Já o governador, Renato Casagrande, disse que soube do pedido de intervenção pela imprensa. “Intervenção quem decide é o Poder Judiciário. Ao governador, se for este o caso, cabe só nomear um interventor como fiz em Presidente Kennedy”, disse. 

leonardo deptulskiPrefeito se defende
O prefeito de Colatina, Leonardo Deptulski, disse que o município atualmente possui 35 áreas de risco e que a situação ficou muito complicada por conta das chuvas de dezembro passado. Devido as enxurradas, 350 famílias estão fora de casa, 280 delas, recebem o aluguel social da prefeitura – as restantes não se encaixam nos critérios do benefício, segundo o prefeito. 

Deptulski explica que a maioria das áreas de risco do município estão localizadas em regiões de encosta e que, por isso, são obras complexas de serem executadas e isso contribuiu para que o prazo estabelecido pelas liminares não fosse cumprido. “Não houve descumprimento de decisão judicial, porque a prefeitura não se mobilizou. Houve atraso na elaboração do projeto e foram feitas licitações para as obras”, contou. 

De acordo com ele, a empresa contratada para elaborar o projeto de reestruturação do município também estava atendendo a outras prefeituras e que as licitações foram necessárias por se tratarem de obras complexas e que levariam períodos mais longos do que as emergências que dispensam concorrência pública (até 180 dias).

Das obras que compõe os liminares judiciais, quatro foram licitadas e autorizadas pelo prefeito. A previsão, segundo Deptulski, é que elas levem pelo menos um ano para ficarem prontas.

Foto: Dayana Souza
Dayana Souza
Para Coser, intervenção não tem sentido
O presidente do Partido dos Trabalhadores (PT) no Espírito Santo, João Coser, manifestou apoio ao seu companheiro de partido e prefeito de Colatina, Leonardo Deptulski. Nesta quarta-feira (12), ele irá ao município do interior do Estado, acompanhado dos outros seis prefeitos petistas, para prestar solidariedade ao partidário e discutir essa situação. 

Segundo ele, não tem sentido uma intervenção desse tipo e que se trata de uma ação com caráter político. “Tem uma inversão de valores. O Judiciário está querendo virar Executivo”, afirma Coser. 

O ex-prefeito de Vitória também salientou que as chuvas causam problemas em muitas cidades brasileiras e do Estado. “Se essa moda pega, daqui a pouco, não teremos mais prefeitos”, declarou.

Fonte: 
http://www.eshoje.jor.br/

Nota de Esclarecimento da Prefeitura de Colatina pelo facebook sobre a possível intervenção estadual no município.


Juiz Menandro Taufner pede intervenção do Estado em Colatina. Interventor deve assumir o posto Leia mais em Gazeta do Norte


Prefeito Leonardo Deptulski e o juiz Menandro

A Justiça pediu hoje, 10/11/2014, a intervenção do Estado em Colatina. Segundo o juiz Menandro Taufner o prefeito poderia baixar um decreto de calamidade e fazer dispensa de licitações para agilizar as obras emergenciais das áreas de extremo risco causadas pela enchente e não o fez.
Como as obras ainda não começaram a Justiça adotou algumas medidas: 1º Intervenção do Estado – O Estado nomeia um interventor que toma o lugar do prefeito e cumpre as ordens judiciais não cumpridas até então por Leonardo Deptulski (PT).
Assim que o interventor fizer o que o prefeito não fez, o prefeito retorna ao cargo; 2º Abertura de processo de improbidade administrativa contra Leonardo Deptulski, aplicação de multas pessoal a ele; 3º Encaminhamento à Câmara de Vereadores, solicitando abertura de uma CPI ou de processo de cassação do mandato do prefeito Leonardo Deptulski.
Já existe até uma comunidade no facebook convidando a todos para protestar e pedir que as medidas adotadas pela Justiça sejam cumpridas.
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http://gazetadonorte.com/?p=106931

segunda-feira, 10 de novembro de 2014

sexta-feira, 31 de outubro de 2014

Será que valeu? - MaraEliza

Falar dos acontecimentos políticos nesses últimos dias já se tornou para mim um desabafo, contrariada com pessoas se atacando ou se excluindo nas redes sociais já se tornou um desafio de saber como é o verdadeiro amor. O amor não se divide ele é inteiro ou não é sentido. O amor está acima da política e de todos os que dela vivem e estão por aí em busca de algo ao qual ela possa lhes dar.
Já se foram as eleições, mas em qualquer lugar que passamos vemos o seu rastro a sua sujeira o seu diagnóstico que é a falta de respeito para com nós cidadãos que já não suportam mais essa poluição visual.
Isso está em todas as partes e lugares, podemos até tropeçar ou mesmo num impacto de desespero chutar o balde como diz o ditado.
Esse material, como placas, cartazes transtorna a população, pois se ela não for retirada pode causar vários problemas como entupir esgotos fluviais se vier a chover muito, podem poluir rios e atrapalhar os pedestres nas calçadas ou ruas.
Hoje vejo o quanto somos usados e abusados por política suja e pelo descaso dos mesmos quando já não precisam dos nossos votos.
Existe um projeto de lei para ser votada em que todos terão um prazo para retirada e se não o fizer pagarão uma multa, mas acredito que alguns não estão se preocupando, pois já sabem que nada termina em nada.
Sai no dia das eleições e me deparei com uma quantidade imensa de santinhos em frente aos colégios eleitorais e vi como somos todos responsáveis por isso, pois sem querer ao torcermos por nosso candidato acabamos fazendo o mesmo. Errado ou certo todos quer um pedacinho do bolo.
Mas apesar de tudo esclareço que minhas amizades estarão sempre em primeiro lugar, pois nenhum irá ser meu amigo como que os que já são, se todos pensarem dessa maneira quem sairá ganhando somos nós, já que nas urnas vimos resultado de um país dividido sem explicação do que realmente aconteceu ou se fofocas são verdadeiras ou falsas.
Deixo aqui uma pergunta: o que você faria para que o voto fosse transparente, em que todos pudessem ver qual candidato estaria votando? Sei que isso é impossível, pois vivemos num Brasil democrático, e mesmo assim a maioria do povo nunca tem o poder da voz. Mesmo sabendo da pequena distância que ouve entre um candidato e outro não temos a certeza de que tudo foi verdadeiro ou se valeu à pena.
Será que valeu?

MaraEliza
Colatina 29 de outubro de 2014-10-29

quinta-feira, 30 de outubro de 2014

Eleições municipais 2016


Faltando ainda 2 anos para as eleições municipais, alguns nomes já estão surgindo, lógico que ainda falta os partidos lançarem os nomes oficialmente, mas dentre esses que estão na boca do povo, quem você gostaria de ver como prefeito a partir de 2017? Existe algum outro nome em mente? Vote na nossa enquete ao lado.


PSDB pede ao TSE auditoria para verificar 'lisura' da eleição

Objetivo, segundo partido, é evitar 'sentimento' de que houve fraude.
Proposta prevê criação de comissão com membros do TSE e dos partidos.


O PSDB entrou nesta quinta-feira (30) no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com um pedido de auditoria a fim de que se verifique a "lisura" da eleição presidencial.
Na solicitação apresentada pelo coordenador jurídico da campanha do candiato derrotado Aécio Neves, deputado federal Carlos Sampaio (PSDB-SP), o partido sugere a criação de uma comissão com representantes do tribunal e de partidos para verificar o sistema que apura e faz a contagem dos votos.
O texto protocolado diz que a confiabilidade da apuração e a infalibilidade da urna eletrônica têm sido questionadas pela população nas redes sociais.
G1 procurou as assessorias do presidente do Tribunal Superior Eleitoral, José Dias Toffoli, e do procurador-geral eleitoral, Rodrigo Janot, que informaram que eles não irão se manifestar.
“Não tem nada a ver com pedido de recontagem dos votos nem estamos questionando o resultado. Só queremos evitar que esse sentimento de que houve fraude continue a ser alimentado nas redes sociais”, justificou Sampaio ao G1. “O pedido é em defesa do tribunal”, declarou.
Na eleição, o candidato a presidente pelo PSDB, Aécio Neves, teve 51 milhões de votos (48,36%) contra 54,5 milhões (51,64%) da presidente Dilma Rousseff, reeleita pelo PT.
Na petição, o PSDB cita denúncias e desconfianças na internet e nas redes sociais, argumenta que a sociedade está questionando a veracidade do resultado das eleições e diz que a auditoria é necessária para garantir a “confiança do povo brasileiro no processo eleitoral”.
Para fazer a auditoria, o PSDB propõe a formação de uma comissão composta por representantes de todos os partidos a fim de verificar os sistemas de votação e apuração, com perícia sobre os equipamentos e softwares.
“É justamente com o objetivo de não permitir que a credibilidade do processo eleitoral seja colocada em dúvida pelo cidadão brasileiro que nos dirigimos neste momento à presença de Vossas Excelências para, respeitosamente, requerer a Vossa Excelência que permita a realização de um processo de auditoria nos sistemas de votação e de totalização dos votos, por uma comissão de especialistas formada a partir de representantes indicados pelos partidos políticos, mediante os seguintes procedimentos”, diz o PSDB no pedido protocolado no TSE.
Ao G1, o advogado da campanha do PSDB Flávio Henrique Pereira disse que o objetivo é "reestabelecer" a credibilidade da apuração dos votos. “Basta uma pequena análise na internet para ver que surgem dúvidas de todos os lados. Defendemos que se faça a auditoria para restabelecer a credibilidade do sistema”, disse.
Para viabilizar os trabalhos da comissão que pretende ver criada, o partido requer acesso às cópias dos boletins de urna de todas as sessões eleitorais do país, dos arquivos eletrônicos que compõem a memória de resultados, de cópia eletrônica dos logs originais e completos das urnas eletrônicas, dos arquivos eletrônicos contendo logs detalhados, originais e completos, correspondentes à transmissão e ao recebimento de todos os dados de apuração.
Além disso, o PSDB solicita acesso a todos os registros técnicos sobre a atualização do sistema de operacionalização do segundo turno da eleição presidencial; acesso aos programas de totalização de voto utilizado pelos tribunais regionais eleitorais e o TSE; e acesso aos programas e arquivos de algumas urnas eletrônicas utilizadas na eleição.

Colatinenses comemoram vitória de Dilma

Mesmo com forte chuva colatinenses vão para avenida comemorar a reeleição da candidata petista.

Confira como ficou a votação no segundo turno para Presidente


  1. Dilma
    Dilma 
    PT ELEITO
    51,64%54.501.118 VOTOS
     
  2. Aécio Neves
    Aécio Neves 
    PSDB
    48,36%51.041.155 VOTOS
     
VOTOS APURADOS 
112.683.879
VÁLIDOS 
105.542.273(93,66%)
BRANCOS 
1.921.819 (1,71%)
NULOS 
5.219.787 (4,63%)
ABSTENÇÃO 
30.137.479 (21,10%)

Eleito / 2º Turno (resultados matematicamente definidos; fonte: TSE). A apuração presidencial começa às 17h do horário do Acre.

sexta-feira, 24 de outubro de 2014

PESQUISA DO NOSSO BLOG PARA PRESIDENTE, VOTOS APENAS DOS COLATINENSES

No primeiro turno nosso blog acertou o resultado, Aécio ficou a frente, Marina em segundo e Dilma em terceiro lugar na nossa cidade Será que no segundo turno teremos o mesmo resultado?
Por que essa rejeição tão grande em nossa cidade com candidatos do PT? Foi assim com o candidato a governador Roberto Carlos e com o petista João coser que perdeu pra senador ficando em último lugar também em nossa cidade.