quarta-feira, 17 de junho de 2015

TCU adia análise de contas e dá 30 dias para Dilma explicar 'pedaladas'

Atraso em repasse para bancos públicos é investigado pelo TCU.
Augusto Nardes apontou que irregularidades impedem votação de parecer.


O Tribunal de Contas da União (TCU) decidiu nesta quarta-feira (17), por unanimidade, adiar a votação do relatório prévio que analisa as contas do governo referentes a 2014 e deu prazo de 30 dias para que a presidente Dilma Rousseff esclareça indícios de irregularidades encontradas pela fiscalização, entre elas as chamadas “pedaladas fiscais.”
O plenário do tribunal seguiu voto do relator do processo sobre as contas de 2014, ministro Augusto Nardes. É a primeira vez que o TCU adia votação desse tipo de parecer. A corte também nunca votou pela rejeição as contas de um presidente.

A Constituição prevê que o TCU deve votar o parecer em até 60 dias após receber a documentação, vinda do Congresso. Esse prazo vence no dia 22 de junho e deve ser descumprido para que o tribunal receba as informações da presidente.

Investigadas pelo próprio TCU, as "pedaladas" foram atrasos do governo no repasse de verbas para bancos públicos, que ocorreram entre 2013 e 2014. Esse dinheiro seria destinado ao pagamento de programas como o Bolsa Família e o Seguro-Desemprego.

Sem o repasse, os bancos, como a Caixa Econômica Federal e o Banco do Brasil, tiveram que financiar essas ações com seus próprios recursos. Para o TCU, essa operação configura empréstimo de bancos públicos para o governo, o que é proibido pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF).
Defesa
Ao ler seu parecer prévio, Nardes afirmou que as contas prestadas pelo governo “não estão em condições de serem apreciadas” devido a “indícios de irregularidades” nos gastos públicos e de desrespeito à Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) e à Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO).
Alegando “respeito ao princípio constitucional da ampla defesa”, Nardes propôs ao plenário do TCU conceder o prazo de 30 dias para que a presidente envie explicações adicionais sobre os problemas apontados em seu parecer.

terça-feira, 16 de junho de 2015

Voto Impresso vem aí...


CÂMARA APROVA VOTO IMPRESSO
Por 433 x 7 a Câmara aprova nossa Emenda nº 10 que obriga o “VOTO IMPRESSO AO LADO DA URNA ELETRÔNICA”.
É o fim da possibilidade de qualquer fraude por ocasião das futuras eleições.
Ainda precisa passar em mais uma votação na Câmara e depois no Senado. Foi a primeira batalha.



VEREADORES DE COLATINA (2013 - 2016)

Nome: Eliesio Braz Bolzani
Partido: Partido Progressista (PP)
Tel:
Fax:
E-mail:

Nome: Héber Sérgio Martins (Teda)
Partido: PARTIDO REPUBLICADO DE ORDEM SOCIAL (PROS)
Tel:
Fax:
E-mail:


Nome: Hélio da Silva
Partido: Partido da República (PR)
Tel:
Fax:
E-mail:

Nome: Marlúcio Pedro do Nascimento
Partido: Partido Socialista Brasileiro (PSB)
Tel:
Fax:
E-mail:
marluciomoveis@yahoo.com.br

Nome: Alcenir Coutinho
Partido: Partido Progressista (PP)
Tel:
Fax:
E-mail:ver.alcenircoutinho@camaracolatina.es.gov.br
Site:http://www.camaracolatina.es.gov.br

Nome: Marco Canni
Partido: Partido dos Trabalhadores (PT)
Tel:
Fax:
E-mail:ver.marcocanni@camaracolatina.es.gov.br
Site:http://www.camaracolatina.es.gov.br


Nome: Antonio Junca Bragato (Geléia)
Partido: Partido Democrático Trabalhista (PDT)
Tel:
Fax:
E-mail:ver.geleiabragato@camaracolatina.es.gov.br
Site:http://www.camaracolatina.es.gov.br

Nome: Jolimar Barbosa da Silva
Partido: Partido Democrático Trabalhista (PDT)
Tel:
Fax:
E-mail:ver.jolimarbarbosa@camaracolatina.es.gov.br
Site:http://www.camaracolatina.es.gov.br

Nome: Jorge Luiz Guimarães
Partido: Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB)
Tel:
Fax:
E-mail:ver.jorgeguimaraes@camaracolatina.es.gov.br
Site:http://www.camaracolatina.es.gov.br


Nome: Juarez Vieira de Paula
Partido: Partido Trabalhista Brasileiro (PTB)
Tel:
Fax:
E-mail:ver.juarezvieira@camaracolatina.es.gov.br
Site:http://www.camaracolatina.es.gov.br


Nome: Laudeir Luiz Cassaro
Partido: Partido dos Trabalhadores (PT)
Tel:
Fax:
E-mail:ver.laudeircassaro@camaracolatina.es.gov.br
Site:http://www.camaracolatina.es.gov.br


Nome: Mario Sergio Pinto Soares
Partido: Partido Socialista Brasileiro (PSB)
Tel:
Fax:
E-mail:ver.mariopinto@camaracolatina.es.gov.br
Site:http://www.camaracolatina.es.gov.br

Nome: Olmir Fernando de Araujo Castiglioni
Partido: Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB)
Tel:
Fax:
E-mail:ver.sdolmircastiglioni@camaracolatina.es.gov.br
sdvereadorcastiglioni@hotmail.com
Site:http://www.camaracolatina.es.gov.br


Nome: Renzo de Vasconcelos
Partido: Partido Popular Socialista (PPS)
Tel:
Fax:
E-mail:ver.renzovasconcelos@camaracolatina.es.gov.br
renzodevasconcelos@hotmail.com
Site:http://www.camaracolatina.es.gov.br


Nome: Sérgio Meneguelli
Partido: Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB)
Tel:
Fax:
E-mail:ver.sergiomeneguelli@camaracolatina.es.gov.br
Site:http://www.camaracolatina.es.gov.br







Vereador Mario Pinto posta indignação em rede social


sexta-feira, 12 de junho de 2015

Militantes do PT agridem lideres da oposição durante Congresso do PT








Marcello Reis, do Revoltados ON LINE foi espancado nesta madrugada por volta das 3 hs dentro do Hotel Pestana. Já foi feito BO, exame de corpo delito.
Ele saiu para jantar com Alex e Uilson, na volta foram surpreendidos por profissionais de luta do Partido dos Trabalhadores, apanharam muito e de lá foram para a delegacia.
O Hotel Pestana não ajudou em nada!!!! Estamos já em contato com o Ministério Público, que entrará com investigação.

quinta-feira, 11 de junho de 2015

Dilma defende ajuste fiscal e pede o apoio do PT em congresso do partidoPresidente discursou na abertura oficial do 5º Congresso do PT, na Bahia. Segundo ela, medidas para reequilibrar contas públicas são 'ações táticas'.

Presidente discursou na abertura oficial do 5º Congresso do PT, na Bahia.
Segundo ela, medidas para reequilibrar contas públicas são 'ações táticas'.

Para uma plateia de militantes do PT de todo o país, a presidente Dilma Rousseff faz na noite desta quinta-feira (11) a defesa do ajuste fiscal do governo durante a abertura do 5º Congresso Nacional do partido, em Salvador.
Em seu discurso, de 53 minutos de duração, Dilma afirmou que o governo teve a "coragem" de fazer o ajuste, que qualificou como uma das "ações táticas", e disse que o PT deve saber fazer "a leitura correta da conjuntura em que estamos vivendo". "O PT é um partido preparado para entender que muitas vezes as circunstâncias impõem um movimento tático", declarou.
As medidas do ajuste fiscal, destinadas a conter a inflação e sanear as contas públicas, são alvo de críticas de setores do PT, que queixam-se da orientação do ministro da Fazenda, Joaquim Levy, e da suposta retirada de direitos sociais.
Ao discursar na abertura do congresso, opresidente do partido Rui Falcão, chegou a afirmar que não é possível "retomar o crescimento provocando recessão nem que se possa combater a inflação com juros escorchantes e desemprego de trabalhadores". Segundo ele, o ajuste não pode ser "firme com fracos e frouxo com os ricos".
Para chegar a tempo da abertura do congresso do PT, Dilma antecipou a volta para o Brasil e desembarcou diretamente em Salvador, procedente da Bélgica, onde participou nestas quarta e quinta da cúpula entre líderes de países latino-americanos e europeus. "Apressei o meu retorno da minha viagem oficial à Europa [...] porque eu queria muito estar aqui com vocês", afirmou a presidente.
Ela iniciou o discurso ressaltando a "coragem" do governo de fazer o ajuste. "Nós somos um governo que temos a coragem de realizar ajustes. E faz esse ajuste para dar perenidade e sustentabilidade para fazer avançar o projeto de desenvolvimento e mudança que adotamos desde 2003", declarou. "Trata-se de preservar conquistas, de consolidar avanços e de estabelecer um novo mandato de mudanças", afirmou. "Nós temos agora [...] de sustentar toda uma política contra a crise, nós temos de fazer uma escolha: ajustar o mais rápido possível a economia para voltarmos a crescer", complementou.
Para a presidente, o ajuste foi motivado por dificuldades no país e na economia internacional. "Nós temos de fazer o ajuste tanto por razões internas quanto por razões externas. Segundo ela, por razões externas, "é fato" que a economia internacional não se recuperou. Entre as razões internas, ela mencionou os efeitos da seca e da crise hídrica.
Dilma afirmou que o compromisso de combater a inflação "faz parte do nosso ideário" porque, afirmou, isso corrói os ganhos dos trabalhadores. "Quero dizer numa frase curta: o país vai voltar a crescer".
Para isso, disse, é preciso fortalecer o equilíbrio fiscal e controlar a inflação. "Nós temos agora [...] de sustentar toda uma política contra a crise, nós temos de fazer uma escolha: ajustar o mais rápido possível a economia para voltarmos a crescer", afirmou.
A presidente pediu o apoio do partido ao governo. "Esta é a hora de ver quem é quem", declarou. Segundo ela, "nos momentos de calmaria", há os que querem ser "parceiros na vitória".
"Sei que posso contar com o PT e com os partidos aliados [...]. Eu preciso contar com o meu partido, um partido vivo, que sempre se forjou no debate", afirmou. "Eu sei que o PT está engajado no governo que o elegeu. Este governo não pode prescindir do apoio do PT", declarou.
Lula
Antes de a presidente Dilma discursar, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva falou aos militantes do partido. Ele afirmou que “o povo está dizendo” que é preciso combater de forma “implacável” a inflação, que causa resultado “nefasto” às pessoas que dependem de seus salários.
Lula afirmou que o povo pede ao PT e ao governo que “arrumem a casa” para que o país possa receber mais investimentos. Na avaliação do ex-presidente, a população diz ainda ao partido que não se acomode no poder.
“O povo está dizendo que foi importante subirmos degraus, mas é mais importante continuar subindo e não parar, nunca retroceder. [O povo está dizendo] ‘não deixem o país parar de crescer, de incluir’. O povo está dizendo: ‘não se acomodem no governo, pelo amor de Deus, não nos decepcionem’ ”, afirmou o ex-presidente.
Ele disse ainda que nos últimos dez anos parte da imprensa “anuncia a morte do PT”. Sem citar os motivos, ele afirmou que a legenda está “machucada”, mas “bem viva”, enfrentando “a mais sórdida campanha de difamação que um partido já sofreu neste país.”
“E é por isso que temos de estar sempre vigilantes, corrigindo nossos erros, mudando o que for preciso e conversando sempre o povo mais humilde, com o povo trabalhador que tanto necessita do nosso partido”, disse.
Congresso
O encontro do PT na capital baiana vai até este sábado (13). Segundo a legenda, o objetivo central do encontro é "trabalhar uma resolução política que represente o diálogo intenso com a militância e a sociedade para apontar os caminhos de fortalecimento do PT e manter o crescimento do Brasil."
Ao serem anunciados, na cerimônia de abertura do encontro, Dilma, o ex-presidente Lula e o governador da Bahia, Rui Costa, foram ovacionados pela plateia.
Vários ministros acompanharam o ato, como Aloizio Mercadante (Casa Ciivl), Jaques Wagner (Defesa), Carlos Gabas (Previdência Social), Miguel Rossetto (Secretaria-Geral), Arthur Chioro (Saúde), Eleonora Menicucci (Políticas para as Mulheres), Tereza Campello (Desenvolvimento Social e Combate à Fome), Ricardo Berzoini (Comunicações), Edinho Silva (Comunicação Social), Juca Ferreira (Cultura) e Nilma Gomes (Igualdade Racial), além dos governadores petistas Fernando Pimentel (MG), Camilo Santana (CE) e Wellington Dias (PI), do prefeito de São Paulo, Fernando Haddad e de parlamentares.

quarta-feira, 10 de junho de 2015

Plenário aprova mandato de cinco anos para todos os cargos eletivos

 Plenário da Câmara dos Deputados aprovou, por 348 votos a 110, o mandato de cinco anos para todos os cargos eletivos. A mudança, prevista em emenda aglutinativa à proposta da reforma política (PEC 182/07, do Senado), cria uma regra de transição pela qual, nas eleições de 2018, os mandatos de deputados (distritais, estaduais e federais), de governadores e de presidente da República serão de quatro anos.
Assim, nas eleições seguintes, de 2022, passa a valer o mandato de cinco anos.
No caso dos senadores, aqueles eleitos em 2018 terão nove anos de mandato para que, em 2027, as eleições possam coincidir em um mesmo ano.
Prefeitos e vereadores
A emenda não estabelece uma transição para prefeitos e vereadores, cuja eleição se realiza em 2016. Por esse motivo, os líderes partidários firmaram acordo para ajustar o texto quanto a esse tema nas votações sobre coincidência de eleições.
Se a PEC virasse emenda constitucional antes de um ano das eleições municipais, o mandato de prefeitos e vereadores seria de cinco anos a partir de 2016, terminando em 2021.
De qualquer forma, para fazer a transição e a coincidência de eleições, os mandatos de vereadores e prefeitos terão de ser maiores ou menores que quatro anos.
Mais informações a seguir

Tumulto interrompe debate sobre maioridade na Câmara





Um protesto truculento de militantes de partidos de esquerda e União Nacional dos Estudantes (UNE) interrompeu a reunião para votação do relatório do deputado Laerte Bessa (PR-DF) sobre a redução da maioridade penal na comissão da Câmara criada para discutir o tema. Após empurra-empurra e a ação de seguranças da Casa, deputados pediram vista do parecer - a sessão será retomada dia 17, com a presença restrita a deputados, assessores e jornalistas.
Os militantes tentaram impedir a discussão do tema. Quando o presidente da Comissão, André Moura (PSC-SE), pediu que a segurança esvaziasse o plenário onde ocorria a reunião, os manifestantes se exaltaram ainda mais. Alguns invadiram a área reservada aos deputados e, com o dedo em riste, ofenderam parlamentares com termos como "fascista" e "salafrário".
Parlamentares contrários à redução, como Maria do Rosário (PT-RS), Darcísio Perondi (PMDB-RS) e Ivan Valente (PSOL-SP) tentaram impedir a retirada dos manifestantes, o que só aumentou a confusão. Houve troca de empurrões e alguns parlmentares - como Laerte Bessa e Darcísio Perondi - quase trocaram sopapos.
Os manifestantes bloquearam as saídas para tentar impedir que a polícia os removessem e foram contidos por spray de pimenta. Em seguida, André Moura transferiu a sessão para um plenário ao lado.

Vereador Renzo Vasconcelos é homenageado no jornal Diário do Noroeste


Em sua página no facebook o vereador agradeceu. Renzo é um dos nomes candidato a prefeito de Colatina em 2016.


PP de Colatina lançará candidatura própria para prefeito nas eleições 2016


Mais um partido lançara um candidato a prefeito  nas eleições municipais de 2016 em Colatina, rumores que o nome é do empresário Edvaldo Vieira 




quarta-feira, 3 de junho de 2015

Luciano Merlo candidato a prefeito de Colatina em 2016?



Boatos por toda Colatina, que o atual diretor da faculdade Castelo Branco concorrerá as eleições para a Prefeitura de Colatina em 2016 pelo Partido Solidariedade - 77.
Será que é verdade? Luciano é um grande nome para esquentar ainda mais essa eleição que promete ser a mais disputada de todos os tempos?



PESQUISA PARA PREFEITO DE COLATINA 2016


segunda-feira, 1 de junho de 2015

Protesto na sessão da câmara dos vereadores de Colatina

O mês de junho começou agitado na câmara dos vereadores de Colatina, servidores municipais, a maioria professores, estiveram protestando durante a sessão. Dentre várias reivindicações, uma delas foi a respeito da carga horaria nas creches. Um dos momentos marcantes foi quando uma mãe chorou ao declarar que não pode trabalhar e o filho não pode ficar em casa sozinho com essa redução da carga horaria e o marido desempregado não sabe o que fazer. Vereadores da base aliada da atual administração da prefeitura também foram alvos do protesto.